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Mostrando postagens de Agosto, 2013

Que vergonha, Deputados!

Por Genaldo de Melo Confesso que estou extremamente preocupado com o mundo político no Brasil. Na conformação do Estado brasileiro somos formados por três poderes: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Entendo que ambos em harmonia fazem com que a engrenagem social brasileira possa funcionar bem em todos os sentidos. Não comungo da ideia de nenhum Poder ter que controlar as ações dos outros, porque deixaria de ser um Estado Democrático e passaria a ser uma monarquia absoluta ou outra conformação de Estado qualquer. Não aceito a ideia que no Brasil é comum do Executivo literalmente mandar no Legislativo, como não aceito a ideia pregada nos dias recentes do Judiciário poder se intrometer no andar da carruagem do Congresso.  Mas a minha preocupação vai além disso, quando vejo um presidiário convencer nobres deputados de que deve se manter sendo um nobre parlamentar brasileiro. O Judiciário não pode julgar se ele pode ou não perder seu mandato, porque isso é prerrogativa de fato do Po…

Não nos exponham ao mundo, doutores!

Por Genaldo de Melo Não nutria nenhum interesse em escrever sobre a polêmica do momento, que é a vinda de médicos estrangeiros para atender aos nossos programas de Saúde Pública, através do “Mais Médico”. Mas ficaria extremamente envergonhado se não dissesse o que penso mesmo correndo o risco de alguns amigos ficaram chateados comigo. Aliás, é necessário que eu diga isso com todo cuidado porque senão daqui a pouco vão dizer que eu é que estou com preconceito contra uma minoria de médicos conservadores, que em matéria de defensores da vida, não passam de defensores deles mesmos. Aliás, estão provando isso na prática! O que não se pode compreender, e aliás é difícil mesmo de se compreender, é a histeria coletiva de médicos brasileiros e organizações representativas dos mesmos, com aval de uma parcela da imprensa marrom desse país, contra a chegada dos médicos estrangeiros, principalmente cubanos, que aliás são considerados pelo mundo todo, os melhores do mundo. Fica mais difícil compreend…

Educar nosso povo é prioridade

Por Genaldo de Melo Comprovado está na história que os Estados Nacionais que mais se desenvolveram do ponto de vista cultural e socioeconômico, foram exatamente aqueles que tiveram a preocupação elementar em educar seu povo. Não existe paralelo na história que comprove o contrário de tal afirmação. Aonde houve movimentos nesse sentido e homens de coragem capazes de convencer aos demais para financiar a Educação Pública, a prosperidade cultural e socioeconômica se tornou na prática fato absoluto. No Brasil durante toda a sua história sempre houve homens e mulheres que tiveram a preocupação em convencer os responsáveis pela educação promovida pelo Estado em melhorar todo esse processo, considerando exatamente isso, que o Estado somente cresce e prospera quando se educa seu povo. Não se pode apenas educar o povo para ser massa de manobra de alguns iluminados do mundo do trabalho, ou assalariados modernos que sofrem os mesmos horrores do tempo da escravidão, sem o chicote e os pelourinhos. H…

A CANÇÃO

Uma canção como uma porta aberta para entrar. Como um candeeiro em fogo Na noite escura dos outros. Como um sorriso aceso da criança Na foto da parede. Uma canção como um desespero De não querer acabar. Como a gaiola que abre pra libertar. Uma canção, uma canção apenas Para o coração se aprisionar. Sozinha. Hermética. Uma canção só.

Genaldo de Melo

Assaltos à ônibus passaram dos limites

Por Genaldo de Melo Um fato tem incomodado uma parcela da população baiana que depende de transporte intermunicipal e interestadual para viagens noturnas, principalmente quando se trata de ter que necessariamente passar por determinados locais em Feira de Santana. Em dois pontos do município tem acontecidos assaltos que parecem orquestrados por quadrilhas especializadas, coordenadas por bandidos que parecem qualificados para tanto. Alguns desses assaltos chegam a desembocar em requintes de violência física e psicológica contra os passageiros. Esses atos de roubos estão acontecendo geralmente em ônibus que descem para os municípios do Sudoeste baiano e outras cidades de outros Estados, geralmente já conhecidos os locais perto ao Bairro Pedra do Descanso, bem como em ônibus que sobem para o Norte da Bahia e Estados vizinhos em locais que começam depois da Universidade Estadual de Feira de Santana até proximidades do município de Tanquinho. Quem reside em Feira de Santana que já conhece os …

Vereadores, pastores ou ovelhas...?

Por Genaldo de Melo


Na última eleição de 2012 o povo de Feira de Santana comprou gato por lebre, elegeu 21 vereadores na esperança de que os mesmos considerassem que seus papéis na “Casa da Cidadania” seriam representar os interesses do próprio povo. Mas para ledo engano, a grande maioria dos vereadores não sabe nem mesmo qual o papel e a função do vereador e muito menos como deve ser feito o processo de representação política de pelo menos seus eleitores.
Os vereadores de Feira de Santana prestam um desserviço à população, não propõe nada de interesse real para o povo, e quando propõe, apenas apresentam projetos de lei ou mesmo outros atos legislativos que todo mundo sabe que acabam não sendo aprovados, dado ao elevado espírito de corporativismo político daquela Câmara de Vereadores. Sem falar que a maioria deles mais parece comissionada do Chefe do Executivo local!
É tão absurdo, mas tão absurdo mesmo o chamado trabalho exercido pelos vereadores do município, que alguns edis acham que …

Um contraponto ao tonel de ódio de Baudelaire

Meu coração é uma cidade para viver Entreaberta, de portas sempre abertas E assim, de modo leve e solto se erguer Como se fosse eterna para festa.
E enquanto houver uma palavra certa Como verdade absoluta para dizer Cantar, e cantar a canção que ainda  resta E de todo amor, assim se bem-dizer...
Pois o amor é como uma dama de vermelho No fundo do quarto, diante do espelho A espera da noite, e de uma certeza
Consumir todo vinho, assim que puder Dançar todas as músicas que quiser E depois, adormecer sobre a mesa.

GENALDO DE MELO