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Mostrando postagens de Fevereiro, 2015

A Reforma Política para os tolos

O futebol do baixo clero

Não atrapalhe Rui, PT!

Por Genaldo de Melo Conceitos elementares da ciência política formuladas pelo florentino Niccolò Machiavelli estão sendo desprezados de forma incompreensível por alguns membros do Partido dos Trabalhadores na Bahia. Não se pode compreender o discurso da exclusividade quando não se faz política prática, quando não se consegue traduzir suas vontades políticas em números. Querer judicializar o processo eleitoral de escolha do presidente da Assembléia Legislativa parece de uma infantilidade sem limites. Ainda mais quando o mesmo Partido conseguiu a façanha que muitos não acreditavam de ganhar as eleições estaduais com Rui Costa no primeiro turno, e precisa governar com maioria na Assembléia Legislativa, sem correr o risco de retaliações políticas em votações de matérias na Casa.
Com essa atitude de alguns membros do Partido dos Trabalhadores fica parecendo que Rui Costa ganhou as eleições sozinho, e deve governar a trancos e barrancos sozinho. Não acredito que as coisas poderão ficar de gra…

O brilho das estrelas falsas

Por Genaldo de Melo Como reles e tolos mortais que somos, todos nós brasileiros temos um problema bastante sério. Falamos mal o tempo todo praticamente em farmácias e hospitais, escolas e universidades, feiras livres, bares e restaurantes, e em todos os locais públicos de opinião, de vereadores e prefeitos, de deputados estaduais e federais, de senadores, governadores e Presidente da República, e até mesmo dos políticos que fazem oposição. Mas, no entanto os tratamos sempre, e a todo o momento, como pequenos deuses, ou estrelas que como por necessidade precisamos do brilho opaco deles.
Não bastasse como cometemos o papel de bobos e ridículos “tietando” personagens da Rede Globo, de Hollywood, e outras coisas mais; não bastasse a histeria coletiva atrás dos chamados artistas de papel, que o mercado cria e recria, tratando todos nós reles brasileiros como personagens orwellianos; não bastasse o povo brasileiro admirar os “galáticos” e os personagens milionários de Barcelona, como se fosse…

A intolerância assassina