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FHC bateu e levou de volta sua bofetada, e provalmente deverá tomar vergonha na cara



Por Genaldo de Melo
 [Imagem: 1avestruz-1.jpg]
O Ministro da Justiça, Eduardo Cardoso em entrevista ao Globo News ontem (14/5) rebateu as críticas feitas pelo ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso sobre os processos de corrupção apurados hoje no Governo de Dilma Rousseff. Para o mesmo muitas coisas de corrupção do passado de governos anteriores aos petistas foram simplesmente arquivadas nesse país, mas como o Governo que ele faz parte como Ministro da Justiça, é o que mais vem combatendo a corrupção vive sobre constante risco, porque é como se somente houvesse erros agora, quando estão pela primeira preocupados em combatê-las. Ele citou como exemplo para a conquista disso a criação, pelo governo federal, de institutos novos, como o fortalecimento da Controladoria Geral da União (CGU) e mecanismo de transparência, e o fato de o governo ter assegurado a autonomia da Polícia Federal e respeito ao Ministério Público, nomeando pessoas que investigam. Questionado sobre uma possível demora na regulamentação da Lei de Combate à Corrupção, o ministro explicou que a maior parte dos dispositivos da legislação é autoaplicável. E explicou que o governo despendeu tempo debatendo os aspectos jurídicos para evitar uma regulamentação açodada. "Não ficou inibida a aplicação de nenhum dispositivo da lei nesse período", acrescentou. FHC também deve apresentar algumas respostas a sociedade brasileira, que somente tem condições de assistir aos espetáculos midiáticos da Rede Globo, da Época e da Veja. Por que em todos os principais esquemas de corrupção da época de FHC os processos foram simplesmente arquivados, e hoje é conhecido como “Privataria Tucana”?

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A Globo utilizou ao modo de Goebbels o discurso de que Lula poderia, aliás, teria que ser preso ali mesmo em Curitiba, até mesmo com um provável desacato ao juiz, mas como Lula não foi preso porque pelo visto o apartamento não é mesmo dele, partiu para um ataque tão violento, que não se pode dizer que está mais praticando jornalismo.
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