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Pastor de MG coleciona acusações de intolerância e apologia à violência


Por Genaldo de Melo
A intolerância religiosa voltou a ser um dos assuntos mais discutidos no país desde que uma menina de 11 anos foi atacada com uma pedra na cabeça, quando saía de um culto de candomblé, no Rio de Janeiro. Segundo a família da vítima, a agressão partiu de um grupo de evangélicos. Decididos a chamar a atenção para o problema, grupos ligados aos direitos humanos têm denunciado nas redes sociais discursos de apologia à violência dentro das próprias igrejas. Um deles vem de um pastor de Minas Gerais, conhecido pela série de polêmicas ligadas à maneira nada convencional que costuma utilizar em suas pregações. Lúcio Barreto Júnior, conhecido como Pastor Lucinho, se autointitula “uma das referências atuais da juventude brasileira”. Em uma das fotos de divulgação em seu site, ele aparece com o nariz encostado na bíblia, como se nela houvesse cocaína e ele fosse um usuário da droga. Em um de seus vídeos, ele assume que coordenou um grupo de adolescentes para atrapalhar um evento que chamou de “festa do capeta” em um “centro de macumba”. “Vamos dar um busca e apreensão no preto velho”, afirmou. Em outra gravação, pastor Lucinho faz declarações polêmicas e incita a violência policial. Um jovem pergunta a ele se matar em serviço é pecado, no caso dos policiais. “Vamos ler a bíblia, então, porque Lucinho é achômetro, mas a bíblia é palavra final”, responde o líder religioso. Em seguida, diz: “Então, chegou o momento, tem que usar o revólver, não tem jeito, irmão, pega o revólver e, ó, não dá pouco tiro não, dá muito tiro, descarrega o tiro. Quando acabar de dar tiro, joga o revólver na cara, joga o que tiver. Se tiver uma arma do Rambo, sapeca tiro no povo”.“É faca na caveira mesmo. E vamos arrepiar o cabelo do sovaco deste povo, porque temos filhos. E a gente tá pondo filho neste mundo é pra quê? Pro bandido vir… Não, senhor”, diz em um dos trechos. (Com informações de Fórum)

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A Globo utilizou ao modo de Goebbels o discurso de que Lula poderia, aliás, teria que ser preso ali mesmo em Curitiba, até mesmo com um provável desacato ao juiz, mas como Lula não foi preso porque pelo visto o apartamento não é mesmo dele, partiu para um ataque tão violento, que não se pode dizer que está mais praticando jornalismo.
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