Segundo Dilma hoje o Brasil é mais preparado para enfrentar crises

Por Genaldo de Melo
 
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (15) que “o Brasil irá voltar a crescer” e voltou a pregar otimismo diante da crise econômica e o cenário recessivo. “Nós temos a mania, no Brasil, de não perceber a nossa própria força. Nós construímos, nos últimos 13 anos, um país muito mais forte e muito mais capaz de enfrentar crises do que em algum momento no passado”, afirmou, durante cerimônia de inauguração da Ponte Anita Garibaldi, em Laguna (SC). Dilma reconheceu os problemas econômicos, mas, de acordo com o que tem dito, inclusive no congresso do PT em Salvador, em junho, afirmou que o governo prevê a retomada do crescimento. “Hoje, nós estamos passando por dificuldades econômicas, mas eu quero dizer para vocês que tem gente, que diante da dificuldade, desiste, abaixa os braços, recua. Nós não somos esse tipo de gente, nós enfrentamos a dificuldade”, reafirmou em Santa Catarina. A presidenta referiu-se à necessidade de parcerias e união para superar as dificuldades. Segundo ela, a construção da ponte foi possível devido à “colaboração entre o governo federal e o governo (estadual)”. O governador do estado, Raimundo Colombo (SC) foi reeleito no ano passado. O PSD é da base de Dilma no Congresso e seu principal representante no governo é o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. Dilma afirmou que a ponte, chamada de “gigante estaiada de Laguna”, é um símbolo da "nossa capacidade de reagir” e aponta para a superação da crise. Segundo Dilma, as obras de infraestrutura terão continuidade em Santa Catarina e estradas como a BR 470, a BR 470, que vai ligar Itajaí a Blumenau, Campos Novos e se encontrar com outra rodovia, a BR 153. “Esta será uma das obras que nós estaremos fazendo naquilo que se convencionou chamar o Plano de Investimento na Logística do país (PIL). ”No início de junho, Dilma lançou o PIL com projetos de concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. A previsão de investimentos totais é de R$ 198,4 bilhões, dos quais R$ 69,2 bilhões até 2018, até o fim de seu segundo mandato.(Plantão Brasil)

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