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Irmãs xifópagas, ligadas pela cabeça e cérebro, se adaptaram tão bem que conseguem enxergar através dos olhos da outra

Por Genaldo de Melo
 


Duas gêmeas siamesas que compartilham um cérebro e um crânio desafiaram as expectativas dos médicos e aprenderam a andar, falar e, até mesmo, a discutir. Quando Tatiana e Krista Hogan, agora com 7 anos, nasceram, seus pais foram avisados para esperarem pelo pior, uma vez que os médicos não esperavam que elas sobrevivessem mais do que um dia. Mas as crianças, que vivem em Vernon, no Canadá, continuaram a desafiar as expectativas e, agora, desfrutam de vidas semelhantes às dos seus colegas de classe. De acordo com a sua mãe, Felicia, as meninas adoram ir à escola, assistir a desenhos e comer bolo. Além disso, ela diz, as meninas estão sempre felizes e dão muita alegria para seus pais, junto com seus outros dois irmãos. "É difícil, mas eu não mudaria. Se eu pudesse voltar atrás e escolher, eu escolheria essa vida", conta. Seus pais receberam a notícia de que seus bebês era unidos pela cabeça e que o futuro seria incerto desde a gravidez. No entanto, sua mãe diz que o aborto "não era uma opção". Em vez disso, as meninas têm sido constantemente monitoradas. Elas não só conseguem enxergar pelos olhos da outra como também compartilham emoções e sentem quando a irmã está feliz. Enquanto cada um de nós controla seus próprios membros, elas podem controlar os membros da outra. Mas, enquanto isso, elas também possuem personalidades diferentes. "Ao longo dos anos, a Tatiane se tornou uma líder", diz a mãe. "Krista é mais silenciosa e pode viver mais em seu próprio mundo." Dr. Douglas Cochrane, o neurocirurgião que tratou as meninas, afirma: "Elas têm me surpreendido. Como elas são iguais, mas ao mesmo tempo, diferentes. E como elas conseguem lidar com o erro da natureza de uma forma tão saudável." Sua avó, Louise McKay, disse que as meninas continuam a desafiar as expectativas. "Um médico disse que elas ficaram deitadas de costas durante toda a vida", disse. "Mas elas se superaram." A família acredita que elas são, definitivamente, capazes de se comunicar uma com a outra dentro de suas próprias cabeças. Ou, até mesmo, compartilhar uma piada sem contar a todos.  Além disso, a família busca garantir que elas se deem bem, já que vão ficar juntas pelo resto da vida.  As meninas nunca poderão viver separadamente devido à forma como seus cérebros estão conectados. "As pessoas sempre perguntam quando que elas vão se separar, mas elas jamais serão separadas", afirma a Sra. McKay. Como resultado, as meninas aprenderam a viver juntas, e os seus pais não permitem que o fato de elas estarem juntas as impeça de realizarem algo. As meninas também conseguem, de forma feliz, explicar a situação: "Quando estávamos na barriga da mamãe, crescemos juntas. Por isso que agora também estamos juntas", disse Tatiana. (JC)

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