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CUT lança agenda do trabalhador na Câmara

Por Genaldo de Melo
 terceirização
O presidente da CUT, Vagner Freitas, e a secretária de Relações do Trabalho, Graça Costa, lançam quarta-feira, às 14h, no Salão Nobre do Congresso, em Brasília, a Agenda Legislativa da CUT para as Relações de Trabalho 2015, estudo sobre as pautas de interesse da classe trabalhadora que tramitam no Congresso: combate à rotatividade, política de valorização do salário mínimo, redução da jornada de trabalho sem redução de salário, terceirização, negociação coletiva e direito de greve no setor público e fator previdenciário. Também foram analisados os projetos que tratam de trabalho escravo, igualdade de gênero, saúde e segurança do trabalho, seguridade social, organização sindical, ampliação de direitos, relações de trabalho, acordo e convenção coletiva e sistema nacional de emprego. Segundo a central, a análise dos projetos de lei em tramitação no Congresso mostra que é grande a pressão por flexibilização dos direitos dos trabalhadores, seja por conta da crise econômica, seja por conta do conservadorismo dos parlamentares eleitos em 2014. "Esse cenário demanda uma estratégia de atuação permanente dos dirigentes dentro do Parlamento, tendo em vista a necessidade de diálogo com os deputados e senadores a respeito do impacto dos projetos de lei para  a classe trabalhadora",  informa a central em nota. "A Agenda Legislativa da CUT é um instrumento estratégico para orientar as ações permanentes e pontuais da central dentro do Parlamento tanto em relação aos prejuízos que alguns desses projetos representam quanto à construção e elaboração de novos projetos de lei que beneficiam os trabalhadores", diz a nota. Também participarão do lançamento o senador Paulo Paim (PT-RS) e o deputado Sibá Machado (PT-AC), líder do governo na Câmara. (RBA)

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A Globo utilizou ao modo de Goebbels o discurso de que Lula poderia, aliás, teria que ser preso ali mesmo em Curitiba, até mesmo com um provável desacato ao juiz, mas como Lula não foi preso porque pelo visto o apartamento não é mesmo dele, partiu para um ataque tão violento, que não se pode dizer que está mais praticando jornalismo.
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