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Em Feira de Santana Fiscais cobram propina para não fiscalizar transporte clandestino

Por Genaldo de Melo
(Foto Ilustração)
Cobranças através do aplicativo ‘whatsapp’, valores que variam de acordo com as linhas percorridas, data programada para efetuar o pagamento das propinas, são alguns dos fatores denunciados pelos condutores de transportes clandestinos, os conhecidos ‘ligeirinhos’, que circulam em Feira de Santana  – Região Centro Norte Baiana – e assim foram veiculadas pelo programa Linha Direta com o Povo, transmitido pela Rádio Sociedade. Fiscais contratados para combater o transporte clandestino de passageiros cobram propinas para não impedir o tráfego desses carros. Na maioria das vezes esses veículos não têm condições de tráfego e colocam em risco a vida dos passageiros. Segundo a denúncia os fiscais que deveriam fiscalizar os pontos, anotando e fotografando as placas dos veículos clandestinos, burlam as regras cobrando valores aos proprietários dos carros e em troca não fornecem os dados para a Secretária de Transportes do Município, responsável pela fiscalização. Sobre o caso o secretário de Transportes do Município, Ebenézer Tuy, várias ações de repúdio a esse tipo de comportamento dos fiscais já foram realizadas. E que em determinado período, foi realmente comprovado, que alguns mototaxistas clandestinos acompanhavam a equipe de fiscalização para informar aos proprietários desses transportes clandestinos qual a exata localização dos agentes fiscais. ”As pessoas envolvidas nesse tipo de atividade ilícita foram identificadas e apresentadas na Delegacia de polícia para que providências cabíveis ao caso fossem executadas. Há dois meses realizamos a troca dessas pessoas que trabalham aqui na Secretária”, disse. (Bom dia Feira)

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A Globo utilizou ao modo de Goebbels o discurso de que Lula poderia, aliás, teria que ser preso ali mesmo em Curitiba, até mesmo com um provável desacato ao juiz, mas como Lula não foi preso porque pelo visto o apartamento não é mesmo dele, partiu para um ataque tão violento, que não se pode dizer que está mais praticando jornalismo.
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