O câncer de rim representa 3% das doenças malignas que acometem adultos em todo o mundo

Por Genaldo de Melo
O câncer de rim representa 3% das doenças malignas que acometem adultos em todo o mundo. O tipo mais comum deste câncer é o carcinoma de células renais, que representa aproximadamente 90% dos casos e se origina nos rins, podendo se espalhar pelo corpo. Geralmente, o carcinoma desenvolve-se como um tumor único dentro de um rim, mas pode acontecer também de surgirem dois ou até mais tumores dentro de um ou de ambos os órgãos simultaneamente. O número de diagnóstico de câncer de rim está aumentando em todo o mundo. Uma possível razão para esse aumento vertiginoso pode ser o fato de que alguns exames de imagem específicos, como tomografia computadorizada, estão sendo feitos com mais frequência. Estes testes são os que melhor podem identificar um caso de câncer de rim e, muitas vezes, ocorre a descoberta acidental do tumor, principalmente durante exames de rotina. Não está claro quais são as causas de câncer de rim. Os médicos sabem que o tumor originado nos rins começa quando algumas células renais sofrem mutações em seu DNA, que passam a crescer e se multiplicar rápida e desenfreadamente. Com o tempo, essas células anormais se acumulam e formam uma massa tumoral que, se não for tratado desde cedo, pode se expandir para além do rim e causar muitas complicações. A cirurgia é o único tratamento definitivo para o câncer de rim. A nefrectomia radical, que é a retirada do rim, da glândula adrenal e de linfonodos regionais, é o tratamento tradicional e mais indicado para casos de tumores que se originam nos rins. No entanto, graças à evolução da medicina e dos procedimentos de diagnóstico, a nefrectomia radical, em boa parte dos casos, é preterida pela nefrectomia parcial.

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