Para Marina Silva não se corta pescoço de presidente com facão

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A ex-senadora Marina Silva (Rede) condenou as tentativas para viabilizar o impeachment da presidente Dilma Rousseff por parte da oposição. Apesar de criticar o PT, ela afirmou que o "impeachment não se fabrica" e que as contínuas jogadas da oposição nesta direção também acabam por afastar os investidores do país. "Quem vai investir num país onde se corta o pescoço do presidente com facão?", questionou. As declarações da ex-senadora foram feitas durante sua passagem pelo Recife nesta quarta-feira (28), onde ela proferiu uma palestra para empresários locais em um evento organizado pela Lide Pernambuco. Em seu discurso, Marina se mostrou preocupada com os efeitos da crise política sobre a imagem do Brasil no exterior. "O impeachment não se fabrica. Se explicita no terreno das investigações. Não posso ficar maquinando para fabricar o impeachment, porque isso aqui não é uma republiqueta, que cai um presidente a cada semana. Isso aqui é a sétima economia mundial. Quem vai investir em um país onde se corta o pescoço do presidente com facão?", questionou. Apesar de se mostrar contra o impeachment, Marina não poupou críticas ao governo e ao PT, partido da presidente Dilma. "Precisamos institucionalizar as conquistas. Fazer política de longo prazo, no nosso curto prazo político, ao invés de políticas de curto prazo para alongar os prazos dos políticos. Não se sacrifica os rumos de uma nação por causa de uma eleição", disparou. (247)
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