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Para Solla, 'PL do Estupro' criminaliza até trabalhador do SUS

Um projeto de lei do deputado Eduardo Cunha (PMDB) aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal e pronto para ser votado no plenário prevê como crime o ato de informar à mulher vítima de estupro que ela tem direito a tratamentos abortivos. O servidor público do SUS que informar isso à vítima, estará sujeito a pena de três anos de prisão, segundo o texto. Para o deputado federal baiano Jorge Solla (PT), médico formado pela Universidade Federal da Bahia, o projeto é absurdo. “Igual penalidade (de três anos de prisão) para quem der às vítimas de violência sexual a pílula do dia seguinte, a chamada ‘profilaxia de gravidez’”, lembra o petista. Pelo texto do PL 5069, os profissionais da saúde somente poderão dar informações e tratamento a mulheres vítimas de estupro após uma obrigatória queixa na polícia e de exame de corpo de delito feito no Instituto Médico Legal para comprovar a violência sexual sofrida pela vítima. “É o segundo abuso sexual, esse praticado a mando do Estado”, dispara Solla. “O Congresso não pode legislar como se vivêssemos na era medieval. No fim, sairão penalizadas sempre as mulheres de baixa renda, que precisam e dependem do SUS”, ressalta o deputado. (Bnews)

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A Globo utilizou ao modo de Goebbels o discurso de que Lula poderia, aliás, teria que ser preso ali mesmo em Curitiba, até mesmo com um provável desacato ao juiz, mas como Lula não foi preso porque pelo visto o apartamento não é mesmo dele, partiu para um ataque tão violento, que não se pode dizer que está mais praticando jornalismo.
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