Eduardo Cunha ama demais sua mãe

Por Genaldo de Melo
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Estamos vivendo atualmente num país das verdades mais imorais da nossa história que se tornam brincadeiras de roda. Em matéria jornalística do "Estadão" mais uma vez se comprova a falta de seriedade do nosso presidente da Câmara dos Deputados, o “Senhor dos Anéis” Eduardo Cunha.

O bom moço forneceu o nome da mãe como contrassenha a ser usada em consultas ao banco suíço Julius Baer. A informação consta dos documentos de abertura da conta Triumph-SP, uma das quatro atribuídas ao deputado pela Procuradoria-Geral da República. Para investigadores envolvidos no caso, trata-se de mais um indicativo de que os recursos no exterior eram diretamente controlados pelo peemedebista.

Entre os procedimentos de segurança, o banco exige que o cliente responda a uma pergunta secreta, definida no momento da criação da conta. Ela serve para acessar o serviço de helpdesk (suporte técnico). Ou seja, se algo acontecer na dificuldade com a própria senha da conta, a senha de segurança tem de ser feita para garantir que o processo não descambe para problemas mais sérios.
A questão escolhida na abertura da Triumph-SP foi “O nome de minha mãe”. A resposta a ser dada, preenchida numa das fichas de abertura, era “Elza”. O deputado é filho de Elza Cosentino da Cunha. Para os investigadores, o uso de informações pessoais para acessar a conta enfraquece os argumentos de Cunha, que desde a semana passada afirma não ter ingerência sobre os valores nela depositados. 

Ou seja, não existem mais dúvidas, de fato ele tem contas na Suíça com recursos oriundos de propinas da Petrobrás. E agora Paulinho? E agora Aécio?

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