Mais da metade das estradas baianas estão danificadas

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) afirmou que 55,5% das rodovias da Bahia apresentam algum tipo de deficiência, sendo o estado geral classificado como regular, ruim ou péssimo. Somente 44,5% (3.708 km) tiveram classificação ótimo ou bom. A Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte percorreu 8.324 km no Estado e, em todo o Brasil, foram mais de 100 mil km avaliados. Na Bahia, estima-se que são necessários R$ 2,95 bilhões de investimentos para a reconstrução, restauração e a manutenção dos trechos de rodovias danificadas. No pavimento, são consideradas as condições da superfície da pista principal e do acostamento. Em relação ao pavimento, o estudo classificou como regular, ruim ou péssimo 42,2% da extensão avaliada no Estado, enquanto que 57,8% foram considerados ótimos ou bons. 33,5% da extensão pesquisada apresentam a superfície do pavimento desgastada. Nessa variável, de acordo com a CNT, são observadas a presença, a visibilidade e a legibilidade de placas ao longo das rodovias, além da situação das faixas centrais e laterais. O estudo apontou que há problemas em 55,5% da sinalização. Em 44,5%, ela é ótima ou boa. Em 29,8% da extensão avaliada no Estado não foram localizadas placas de limite de velocidade.Analisando a extensão onde foi possível a identificação visual de placas, 8,8% da extensão apresentaram placas desgastadas ou totalmente ilegíveis. A concessionária de rodovias Via Bahia informou que o mesmo relatório apontou que 60% das rodovias administradas pela empresa foram avaliadas como “Bom”, outros 30% como "Ótimo" e 10% como “Regular”. A Via Bahia administra aproximadamente 680 km de rodovias, incluindo as BR-324 – rodovia Eng° Vasco Filho, entre Salvador e Feira de Santana e BR-116 – rodovia Santos Dumont, de Feira de Santana até a divisa com o estado de Minas Gerais.(Jornal Folha do Estado)

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