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Je ne suis pas Charlie Hedbo

Por Genaldo de Melo
Resultado de imagem para menino sírio morto na praia
Completando um ano após a carnificina patrocinada por fanáticos, que nada tem a haver com o verdadeiro Islamismo, nem com o Corão, contra o jornal francês Charlie Hedbo, o jornal se superou em maldade. Este que o mundo inteiro passou a admirá-lo pelo trabalho que sempre fez, dessa vez passou a ser rejeitado pelas maiores mentes do jornalismo mundial, bem como pela sociedade como um todo, pelo papel ridículo que fez por esses dias, publicando uma charge nojenta, no sentido mais literal da palavra, contra o menino sírio que morreu na praia, e que chocou o mundo todo. Na charge o jornal coloca uma versão do menino já adulto correndo atrás de mulheres alemãs para assediá-las sexualmente. Atitude essa que também chocou o mundo, pois em vez de primar pelo jornalismo sadio através de suas charges, o jornal primou pela vingança contra um povo que nada tem a haver com os fanáticos que assassinaram cruelmente seus jornalistas e chargistas, utilizando para tanto um menino indefeso, pois já está morto e enterrado. Atitude mesquinha e doentia! Brincar com a cultura e a religião dos outros num ato literalmente xenófobo não pode e não ser considerado coisa sadia e de gente normal. Por isso que eu não sou Charles Hedbo, como nunca fui!

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Interessante é que pelo que sabemos Lula já gastou uma carga de centenas e centenas de quinze minutos explicando que o polêmico apartamento não lhe pertence, e de todos os modos tenta explicar juridicamente esse fantoche político, mas tanto o Ministério Público quanto a mídia do Jornalismo de propaganda política continua insistindo nesse assunto.
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A Globo utilizou ao modo de Goebbels o discurso de que Lula poderia, aliás, teria que ser preso ali mesmo em Curitiba, até mesmo com um provável desacato ao juiz, mas como Lula não foi preso porque pelo visto o apartamento não é mesmo dele, partiu para um ataque tão violento, que não se pode dizer que está mais praticando jornalismo.
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