Oportunismo político tem nome

Por Genaldo de Melo
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Nunca tive dúvidas quanto a minha opinião de que o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) é o ninho dos maiores oportunistas políticos da nação brasileira. Por mais que existam alguns indivíduos de reputação ilibada naquela casa, coisa rara inclusive, e por mais que alguns digam que o partido tem um programa político-ideológico, tudo não passa de mera fantasia e discurso para enganar alguns que se acham intelectuais da agremiação, mas sem voto.

A mais nova estrela que durante muitos anos ideologicamente defendeu com “unhas e dentes” as idéias petistas, é a Marta Suplicy, que até hoje não compreendi porque ela não abandonou o “Suplicy” de se nome, já que há muito tempo não mais é a companheira de Eduardo Suplicy. Ela foi de um oportunismo tão ridículo com seu intrínseco desejo de ser prefeita de São Paulo, que abandonou tudo que tinha de bom em sua história política para abraçar exatamente o ninho dos oportunistas, porque sabe que eles não têm nome de peso, como ela é claro, para disputar a prefeitura da capital paulista.


Já vi essa história antes em Salvador, apesar de lá na época João Henrique não gozar de popularidade. O problema é que quando os peemedebistas ganham as prefeituras consideradas grandes e “espelhos” para projetos maiores, eles abandonam tudo aquilo que pregou, para governar apenar para os financiadores de campanhas eleitorais e ganhadores de licitações polpudas! Ainda tem outro fator, ela pode ser forte na periferia e em setores da classe média paulista, mas será que terá essa capacidade toda para vencer o resto que viu naturalmente seu oportunismo de “meia-tigela?

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