A arte de invocar Deus em nome do diabo

Por Genaldo de Melo
Perdoem-me, todos aqueles que acreditam no verdadeiro Deus como eu, mas não posso acreditar naquele deus com letra minúscula de Janaína Pascoal, de Eduardo Cunha e de alguns evangélicos safados que concordam com todo tipo de ladroagem e corrupção praticada por estes que agora estão bebendo seus uísques escoceses, comemorando a maldade diabólica bem planejada que deu certo contra Dilma Rousseff, de impeachment sem provas jurídicas!

Perdoem-me, mas o meu Deus com letra maiúscula que está presente em tudo e em todos, não pode ser um deus qualquer que trama diabolicamente nas encruzilhadas e nas esquinas de Brasília, para tirar do poder uma mulher honesta eleita pelo voto popular, porque nada foi comprovado contra ela, para deixar no mesmo lugar uma espécie de Judas político, que pesa sobre suas costas os mais variados tipos de iniquidades que vai do Porto de Santos à outros cantos esquisitos da nojeira do poder pelo poder.

Perdoem-me, mas aquele deus com letra minúscula que a advogada Janaína Pascoal esbravejou como o mentor espiritual de um golpe de Estado, utilizando mentiras e artimanhas do diabo, não deve ser jamais o Deus com letra maiúscula dos homens e das mulheres de bem que votaram nas últimas eleições seja em Dilma Rousseff, seja em Marina Silva, seja em Aécio Neves!


Perdoem os discípulos do diabo, pois não acredito nele, pois como o pai da mentira e da desordem, foi exatamente o que conseguiu construir mais ainda em nosso país, que provavelmente até 2018 será o país dos infernos, literalmente falando. Porque a desordem e a confusão está estabelecida nas ruas do país!

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