Um dia para ficar na história

Por Genaldo de Melo
Como Dilma reagiu à ofensiva de Temer pelo impeachment Roberto Stuckert Filho/Palácio do Planalto
O dia 29 de agosto de 2016 pode ficar marcado na história política do Brasil por ser o dia em que apenas uma mulher (que tem até o momento contra ela a grande parcela dos ricos e da classe média, a mídia tradicional e o judiciário) poderá sozinha vencer o todos com seus argumentos e sua capacidade de dizer que não roubou o erário público, que não fez nada de errado, e que apenas está sendo crucificada por representar o único projeto político e de governo que teve e tem como premissa os compromisso diáfano na prevenção e no combate à corrupção tão propalada pelos seus adversários que a querem na sarjeta política. Dilma terá o tempo que quiser no dia 29 de março, até mesmo para inventar o seu filibuster político, para dizer aos brasileiros e ao mundo todo que ela está certa naquele covil de lobos do Congresso Nacional, e ficar na história (se não ser desaprovada pela tal Escola Sem Partido) como a única mulher brasileira a vencer um golpe de Estado. O dia 29 de agosto pode ficar na história, mesmo que o cadafalso decepe a cabeça de uma inocente. Basta Dilma falar...!

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