Importantes vexames tem garantido ao Brasil o título de país de um povo fraco

Por Genaldo de Melo
Com as manifestações na porta do hotel em que ficará hospedado em Nova York, Michel Temer definitivamente deveria ter mais vergonha na cara e entregar o que não lhe de pertence de direito e de fato, ou seja, a Presidência da República. Pois não foi em Michel Temer que eu e muita gente votou, não foi o rosto de envelope amassado dele que saiu na urna, foi o rosto de Dilma Rousseff.

A cada dia que se passa mais demonstrações aparecem de que tanto os brasileiros como o resto do mundo não lhe respeita como Presidente do Brasil. O fato que mais chamou a atenção nos últimos tempos não foram as vaias reiteradas vezes que ele vem recebendo em público diariamente, mas foi aquela foto que ele tirou com os representantes do G20 na China, em que ele foi literalmente relegado a um canto, e nem sequer teve seu nome registrado na página oficial do grupo. Que vergonha!

O mundo já compreendeu que ele não é legítimo presidente, que ele é um bode na sala a esperar 2018, para encaminhar todos os chamados reajustes estruturais de uma escolha de modelo de sociedade, preconizada em 1989, no chamado “Consenso de Washington”, que já deveria ser jogado na lata do lixo da história.


Para a sociedade brasileira mostrar para o mundo que os seus mais de 206 milhões de seres humanos não são fracos, é preciso a coerência para ocupar as ruas do país de modo permanente nesse momento até 2018, pois do contrário além de ser vista como formada por um povo fraco pelo resto do mundo, também peremptoriamente será uma sociedade escravizada ideologicamente por interesses de uma minoria conservadora sentada em Washington e em Bruxelas.

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