A ingerência ridícula na vaquejada do Nordeste

Por Genaldo de Melo
Acompanho a polêmica em torno da tentativa absurda de proibição das vaquejadas com misto de perplexidade, principalmente porque ela existe a muitos anos, e somente agora gente de gabinete e ar condicionado descobriram que ela deve ser extinguida.

Provavelmente essa gente não tem mais o que fazer e tem que propor algum absurdo para a manutenção de evidências pessoais, porque a vaquejada em si é um produto cultural do Nordeste brasileiro, e principalmente uma atividade estritamente econômica no mundo de hoje.

Se os argumentos são de que os animais são violentados, então as propostas coerentes deveriam girar em torno do aperfeiçoamento, e não da agressão contra a cultura nordestina.

Se os animais passam por tipos de violências e são sacrificados, então que não se mate mais os mesmos para que sirva de alimentação humana, porque isso também é sacrifício.

É cada discurso torto, que literalmente concluo como mais uma ação preconceituosa contra o povo nordestino. A vaquejada é cultura e não a treva como querem alguns que seja. Me poupe, viu!

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