O grande senhor da guerra

Por Genaldo de Melo
O que todo homem que se torna presidente de uma nação quer ser é reconhecido historicamente por uma grande obra, ou por um grande feito, e isso jamais vai ser diferente com o mais poderoso presidente de um país, o dos Estados Unidos da América. E parece que Donald Trump quer passar pela Casa Branca reconhecido como belicista e defensor da violência descabida e desproporcional, e da agressão institucional contra todos aqueles que não são seus aliados.

O que deve nesse momento ser motivo de preocupação no resto do mundo é o que deve está se passando na cabeça de um homem acima de setenta anos, que diz para seus compatriotas que seu país precisa voltar a vencer guerras. Que seu país deve não ter tanta preocupação com questões sociais, mas com o aumento desproporcional de seu material bélico.

Por esse motivo que a preocupação não deve ser somente do resto do mundo, mas também uma preocupação dos próprios estadunidenses, que passam a não ter segurança em nenhum canto do mundo, a partir do momento em que a agressão passa ser política de Estado.

Não pode ser considerado normal uma atitude política dessa natureza. Ou o homem está de fato assumindo a tese de que o mundo não pode mais lutar pela paz, mas fazer a guerra, ou o homem está com alguns problemas da doença que o poder provoca no organismo de gente que se acha hiperbóreo demais.

Para o bem da humanidade os congressistas americanos têm que barrar essa atitude nefasta do belicismo que permeia o sangue desse homem que se tornou presidente da República estadunidense, os americanos devem ocupar as ruas contra a guerra e pela paz, e os países do resto do mundo aliados não se devem obrigar a aumentar os seus gastos com defesa, mas lutar veementemente pela construção da paz mundial.

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