Deputado baiano não quer seu partido como barriga de aluguel para os outros

Por Genaldo de Melo
Ilustração vetorial de tesoura
A brutalidade política em certas personalidades parece que não deixa de ser uma marca nem mesmo em momentos de adversidades, que não se cabe fazer isso para não se perder pontos e espaços importantes no mundo político.

Mesmo com todos os problemas que Geddel Vieira Lima enfrenta com a justiça brasileira por causa da famosa Operação Cui Bono, parece que seu irmão o deputado federal baiano, Lúcio Vieira Lima, não consegue se adaptar à realidade dos fatos, em não querer abandonar os costumes.

Mesmo vendo o projeto pensado durante muito tempo para que Geddel pudesse finalmente chegar a uma cadeira no Senado Federal, escorrendo pelos ralos da história, ele parece que não gostou de ouvir notícias da imprensa tradicional de que dois proeminentes quadros que são seus aliados poderiam se filiar ao seu PMDB para ser candidato ao Senado.

Bateu forte! Pelo visto deve está tão forte politicamente que não aceita outros senão aqueles que provavelmente devem receber ordens políticas. Trata-se do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, e do deputado federal, atual Ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy.

Segundo o deputado federal Lúcio Vieira, o PMDB que ele coordena junto com o irmão na Bahia não é barriga de aluguel para resolver os problemas de outros partidos. Parece que o deputado está muito forte mesmo para não querer quadros do quilate desses homens de oposição a Rui Costa na Bahia.

Como a história é a prova dos nove, e tem sido cruel para alguns quadros do mundo político com muitos votos, mas que rejeitam os votos dos outros em seus espaços, somente ela é que poderá dá a resposta. Lógico, não esquecendo que ele é aliado do atual presidente, Michel Temer!

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