Marina Silva como a mulher rica que troca de sapatos


Por Genaldo de Melo
A política tem coisa que somente mesmo o demônio para entender, se é que ele existe mesmo como pintado pelos fundamentalistas evangélicos que estão na própria política. Tem gente que entra no mundo político e assimila rapidamente o conceito de que o povo tem memória curta. É o caso da fada do Amazonas Marina Silva.

Entre as eleições de 2014 e essas vindouras do próximo outubro, Marina Silva poucas vezes deu às caras para pelo menos manter seus eleitores conscientes de que ela estava preocupada com alguma coisa nesse país. E dessas poucas vezes em que apareceu em público sempre pareceu uma metamorfose ambulante, porque muda de opinião como mulher rica que não trabalha troca de sapatos.

Com a aproximação das eleições parece que ela resolveu aparecer mais vezes com suas opiniões para sensacionalizar na imprensa tradicional, deixando seus “sabáticos” sumiços de lado, mas sempre se perdendo essencialmente na palavra, e sempre se contradizendo em pouco espaço de tempo.

Dessa vez ela se superou em sua capacidade de subestimar a memória “curta” dos brasileiros em espaço de tempo recorde. Semana passada depois da espetacular iniciativa política de Temer em intervir militarmente nas favelas cariocas, ela de modo espetacular também, defendeu em nota pública a iniciativa do vampirão. Mas quando percebeu o cheiro de política por trás da iniciativa mudou de opinião. Pronto agora ela é simplesmente contra!

Dá pra entender uma mulher dessa, que quer ainda com isso ser Presidente da República? Tem que ser realmente endemoninhado para entender uma cabeça volátil como a dessa mulher, que numa semana tem uma opinião, e na outra semana muda de opinião como aquela mulher rica troca de sapato. Imagine como mandatária da nação...!

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