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Analfabetismo político cria aberrações políticas em Feira de Santana

Por Genaldo de Melo
O analfabetismo político de parcela de cidadãos nesse nosso país é tão grande, e principalmente em nossa Feira de Santana, como comprovam pesquisas que demonstram que o eleitor daqui se esquece em quem votou em tempo recorde de três ou quatro meses, que temos aberrações políticas, como é o caso desse vereador que passeou de cavalo de luxo pelas ruas de Feira de Santana, apenas chamar a atenção para si mesmo.

Cada dia que se passa, as conseqüências dessa incapacidade de alguns em enxergar pelo menos baseado na experiência de vida para que serve a política, faz com que em vez de aparecer homens que saibam quais seus papéis na Câmara de Vereadores, e causem orgulho ao nosso povo, apareçam ventríloquos da ignorância que nos causam vergonha diante do mundo e vai manchando a nossa própria história política.

O que causa mais tristeza nisso tudo, é que alguns cidadãos parecem, ou não querem compreender, que aquele vereador que passeou ridiculamente de paletó num cavalo, como se ele sem entender nem mesmo como se faz o preço da gasolina fosse resolver esse problema, dão tanta atenção eleitoral ao mesmo, que segundo sites locais ele só tem aumentado o número de seus admiradores e potenciais eleitores.

As atitudes vergonhosas de alguns vereadores, pois não são todos, somente ratificam a narrativa do vereador Roberto Tourinho (PV) de que na Câmara de Vereadores de Feira de Santana “se cercar vira hospício, e se colocar a lona vira circo”, e que se alguém dali quiser ganhar dinheiro é somente cobrar ingresso, que pode ter certeza que a população vai comparecer às sessões. Pois quem não gosta de gente que propõe piadas, como por exemplo, repúdio legislativo à projetos inexistentes, como foi o caso do repúdio contra um “suposto” projeto do deputado federal Jean Wyllys (PSOL/RJ) para a mudança dos textos bíblicos?

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